sábado, 3 de janeiro de 2009

Para inglês ver, e rir

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"Políticos" sóem agir como a "maioria" de travestis e avestruzes.
A subserviência jornalística e a conseqüente leniência popular lhes
assegura: ninguém percebe seus fundilhos. Lembro de um assalto
a banco, numa cidade interiorana. Porque eternos estudantes,
pagos pelo Estado, os assaltantes passaram metade da vida
fingindo estudar para o bem da sociedade. Depois de cinco anos
cogitando o assalto, voltaram da Bobonne imbuídos dessas piores
intenções. Nada poderia falhar.
Tudo cronometrado, planificado: logística, disfarces, horários, abordagem e fuga. Cada qual se fantasiou de modo mais esquisito, como astronautas, com corpos e caras completamente cobertos. Perpetrada a façanha, a quadrilha rumou aos quatro cantos. Jamais seriam pegos.
No dia posterior a polícia bateu na casa de cada um. Ela sabia onde os asseclas moravam, pelo prosaico motivo: a gang era de anões.

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