Do jeito que as coisas vão,
FHC vende a Bandeira Nacional até 2002.*
ITAMAR FRANCO. - www.frazz.com.br/autor.htmEstava fazendo falta a presença do ex-presidente Itamar Franco no momento em que o Brasil não consegue se dar conta de tudo que está em jogo.
FIGUEIREDO, W., Jornal do Brasil, 8/8/2009S. Exa. deixou o fisiológico PMDB em 2006, e permanecia três anos sem partido. O introdutor do austero Real providencia filiação no PPS, em ato público programado para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a 6 de julho.,
.A nova moeda brecou a espiral inflacionária no veto a novas emissões...
Sua gestão se fez praticamente isenta de deslizes administrativos.Para fazer uma gestão tranqüila, sem turbulências, procurou o apoio de partidos mais à esquerda. Itamar Franco terminou seu mandato com um grande índice de popularidade. Uma prova disso foi o seu bem-sucedido apoio a Fernando Henrique Cardoso na sucessão presidencial.Sem nada inventar, muito menos corromper, ITAMAR FRANCO estabeleceu uma harmonia generalizada, levando o país à estabilidade econômica e política.
TIAGO DANTAS, Equipe Brasil EscolaCom o principal objetivo de controlar a hiperinflação, o Plano Real completa 15 anos com a missão cumprida. A economia foi reaquecida com a entrada das classes C e D no mercado consumidor, aumento da oferta de crédito e prestações sem aumento todo mês. O PIB cresceu 5,67% em 1994, com o setor industrial apresentando expansão de 7%. O principal objetivo do Plano Real era conseguir a estabilização dos preços. O mérito do Plano foi ter conseguido alcançar a estabilidade.
Invertia, 29/6/2009Manobrando com maestria um engenhoso plano de transição da antiga moeda para o Real, a equipe econômica do governo Itamar Franco conseguiu convencer a sociedade de que a inflação podia ser controlada e de que era possível voltar a viver com estabilidade monetária.
Antônio Delfim Netto, professor emérito da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, ex-ministro da Fazenda, foi deputado federal por cinco mandatos, sendo um como constituinte. - UOL Economia - 1/7/2009)
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O resultado ao final do governo FHC todos conhecem: um déficit nas contas externas de US$ 180 bilhões que nos obrigou a fazer vultosos empréstimos no Fundo Monetário Internacional.
Idem, ibidem.
O impostor e seu "associados" se apropriaram, inclusive, da criação.
ITAMAR nem vem ao caso:Esses 15 anos do Real têm que ser celebrados juntos pelo Lula e Fernando Henrique. Faz falta a presença do presidente Lula hoje aqui com Fernando Henrique. Vocês dois deveriam começar a conversar mais - ressaltou o líder petista. O presidente Lula está em Paris.Em que pese por muitos ridicularizado, até por sua simplicidade, tomada como simploriedade, o tom do seu governo foi a eficácia conjugada com a ética, onde a corrupção teve reduzido espaço para se espraiar. Seu demérito, contudo, foi coroar aquele ministro para fazê-lo sucessor, supondo retornar em seguida, fato frustrado pelo golpe da reeleição da mediocridade, às custas de mensalão..
Sen ador eco nomista ALOÍSIO MERCADANTE
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Talvez, senador Mercadante, as suas palavras tenham sentido, mas não deveriam ser dirigidas a mim. Devem ser ditas a quem pode (ao Lula). E até agora não disse uma palavra de reconhecimento dos benefícios que o Real - e tudo que fizemos no meu governo - trouxeram para o país. Mas ele fez também a parte dele.
Ex-presidente, socio logo FERNANDO CARDOSO
O Globo, 7/7/2009
Hoje, no Estadão, FHC foge do assunto, porque não consegue mais – quinze anos depois do lançamento do Real – apropriar-se do Plano, como se fosse dele e de mais ninguém.
www.paulohenriqueamorim.com.br - 5/7/2009Infelizmente a experiência vivida a partir daí, do miraculoso 1995, atesta: o crime, que percorria trajetória "apenas" uniformemente acelerada, em ritmo aritmético, diante da incidência desenfreada da corrupção tomou velocidade geométrica.O Brasil vivia um dos momentos mais difíceis de sua história: recessão prolongada, inflação aguda e crônica, desemprego, etc. Em meio a todos esses problemas e o recém Impeachment de Fernando Collor de Mello, os brasileiros se encontravam em uma situação de descrença geral nas instituições e de baixa auto-estima. O novo presidente se concentrou em arrumar o cenário que encontrara. Itamar procurou realizar uma gestão transparente, algo tão almejado pela sociedade brasileira.
Com aproximadamente 48 mil mortes por ano, o Brasil é um dos países que detém uma das maiores taxas de homicídios no mundo, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira pelo relator especial do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre Execuções Arbitrárias, Sumárias ou Extrajudiciais, Philip Alston.
Folha de São Paulo, 15/9/2008Quando governador, ITAMAR afiançava que JOSÉ SERRA,"Pois quem pariu o primeiro Matheus, que o embale."
presidenciável do PSDB mentia ao dizer que criou os medicamentos genéricos, porque isso teria ocorrido durante seu mandato, através de um decreto. 'Ele deveria ter a decência de dizer que os genéricos surgiram no governo Itamar, não pelo Itamar, mas pelo grande ministro da Saúde que foi o Jamil Hadad'.
www.paulohenriqueamorim.com.br. - 2/7/2009
O retorno de ITAMAR faz-se oportuno, e imperativo.Itamar Franco inaugurou o presidencialismo congressual no país, dando início à consolidação da democracia brasileira. "Itamar foi o primeiro grande nome a honrar os compromissos da Constituição de 1988 e foi pai e mãe da democracia participativa. Sua capacidade de diálogo com o poder legislativo e com a própria população perimitiu a formação de um governo brilhante que deu o pontapé inicial de políticas públicas que foram se aperfeiçoamento ao longo dos anos, como é o caso dos programas sociais, da implantação do Plano Real e do decreto de criação dos genéricos.ITAMAR FRANCO bem conhece o ninho dos ratos, e até a solução:
www.aspasiacamargo.com.brLogo na cerimônia de filiação criticou duramente o presidente Lula, pelo que chamou de 'culto à personalidade, a certeza messiânica e a incontinência verbal'. Quanto ao PT, disse que 'corre perigo a democracia com um partido que quer a manutenção do poder a qualquer custo'."Chegou a hora de pensar em candidatos independentes para acabar com a ditaduta dos partidos" (ITAMAR FRANCO)
http://politicaecidadania.atarde.com.br/?p=3168Contrário à política de privatizações, o governador ITAMAR FRANCO retomou judicialmente o controle acionário da estatal geradora de energia elétrica de Minas Gerais CEMIG, parcialmente vendida por seu antecessor, o então governador Eduardo Azeredo, que somente conseguiu fechar as contas estaduais em seus dois últimos anos de governo desfazendo-se de parte do patrimônio público mineiro, que foi privatizado, em um processo de reorganização das estatais mineiras que estaria na gênese do chamado "esquema Marcos Valério"[3], cuja "origem dos recursos" seriam "as empresas públicas de Minas Gerais"Ora S. Exa preside o Conselho de Administração do BDMG.
Itamar se opôs a atividades típicas da política tradicional, como as vinculadas ao clientelismo político. Extinguiu as subvenções sociais distribuídas por deputados e não negociou emendas parlamentares, deixando de exercer a habitual dominação que o Executivo exerce sobre o Legislativo. Em décadas, foi o governador com maior número de projetos rejeitados na Assembléia mineira, retaliado pelo rompimento com o pacto clientelista
http://pt.wikipedia.org/wiki/Itamar_Franco
Microficha: presidiu o País de 1992 a 1994.
Engenheiro, foi prefeito de Juiz de Fora por dois mandatos e senador, também por dois mandatos. Foi também embaixador do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA) e na Itália. Diante do arranjo da reeleição, fato que o impediu a disputa pela presidência, concorreu e venceu para governador de Minas Gerais, de 1999 a 2002.
Acompanham-lhe na filiação os ex-ministros Henrique Hargreaves (Casa Civil) e Djalma Morais (Comunicações); atual presidente da Cemig, além do ex-deputado Marcelo Siqueira e da ex-secretária estadual de Justiça de Minas Gerais Ângela Pace.
_________Uma audiência multipartidária com a participação de autoridades, políticos e populares lotou, nesta segunda-feira (6/7/09), o Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, para o ato de filiação do ex-presidente da República, Itamar Franco, ao Partido Popular Socialista (PPS). Saudado pelo governador Aécio Neves, pelo presidente da ALMG, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), e pelo presidente nacional do partido, deputado Roberto Freire, entre outros, como o retorno da decência e da ética à política nacional, Itamar volta à cena política depois de longo período sem partido. A filiação foi prestigiada por dezenas de deputados estaduais e federais, secretários de Estado, pelo vice-governador Antônio Anastasia, prefeitos, vereadores e diversos ex-políticos mineiros. O ex-presidente foi saudado pela Banda do Bororó, que tocou Oh Minas Gerais em sua chegada à Assembleia, e por um grupo de percussão de crianças e adolescentes da Vila Dias, do bairro Santa Tereza. O ex-presidente recebeu ainda uma carta de boas-vindas da ala jovem do PPS.
Assembléia de Minas - www.almg.gov.br/not/bancodenoticias/Not_746267.asp
O Diretório Nacional do PPS, reunido neste fim de semana em Fortaleza (CE), elegeu Itamar Franco o novo vice-presidente da legenda. Filiado ao partido desde o início de julho, o ex-presidente da República ocupará o segundo cargo mais importante do partido, enquanto Roberto Freire continua na presidência do PPS, em mandato válido para o biênio 2009-2011. A secretaria-geral será comandada por Rubens Bueno, reeleito para o cargo.
Folha, 25/10/2009
* Ora há cositas mais valiosas na promoção:
SÃO PAULO - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso elogiou nesta sexta-feira a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de permitir um aumento de participação do capital estrangeiro no Banco do Brasil (BB). O limite subiu de 12,5% para 20%: 'Acho que está bem, aliás foi ele que aumentou (anunciou) vender lá fora, então por que está reclamando da Petrobras? Na Petrobras o que nós fizemos foi o que ele está fazendo no Banco do Brasil agora, dar maior dinamismo, transformar em uma grande empresa. Foi o que eu fiz com a Petrobras.' (O Globo, 18/9/2009)


















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