terça-feira, 30 de junho de 2009

Ex Presidente Itamar Franco volta à cena política

Do jeito que as coisas vão,
FHC vende a Bandeira Nacional até 2002.*
ITAMAR FRANCO. - www.frazz.com.br/autor.htm

Estava fazendo falta a presença do ex-presidente Itamar Franco no momento em que o Brasil não consegue se dar conta de tudo que está em jogo.
FIGUEIREDO, W., Jornal do Brasil, 8/8/2009
S. Exa. deixou o fisiológico PMDB em 2006, e permanecia três anos sem partido. O introdutor do austero Real providencia filiação no PPS, em ato público programado para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a 6 de julho.
.A nova moeda brecou a espiral inflacionária no veto a novas emissões...
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Sua gestão se fez praticamente isenta de deslizes administrativos.
Para fazer uma gestão tranqüila, sem turbulências, procurou o apoio de partidos mais à esquerda. Itamar Franco terminou seu mandato com um grande índice de popularidade. Uma prova disso foi o seu bem-sucedido apoio a Fernando Henrique Cardoso na sucessão presidencial.
TIAGO DANTAS, Equipe Brasil Escola
Sem nada inventar, muito menos corromper, ITAMAR FRANCO estabeleceu uma harmonia generalizada, levando o país à estabilidade econômica e política.
Com o principal objetivo de controlar a hiperinflação, o Plano Real completa 15 anos com a missão cumprida. A economia foi reaquecida com a entrada das classes C e D no mercado consumidor, aumento da oferta de crédito e prestações sem aumento todo mês. O PIB cresceu 5,67% em 1994, com o setor industrial apresentando expansão de 7%. O principal objetivo do Plano Real era conseguir a estabilização dos preços. O mérito do Plano foi ter conseguido alcançar a estabilidade.
Invertia, 29/6/2009
Manobrando com maestria um engenhoso plano de transição da antiga moeda para o Real, a equipe econômica do governo Itamar Franco conseguiu convencer a sociedade de que a inflação podia ser controlada e de que era possível voltar a viver com estabilidade monetária.
Antônio Delfim Netto, professor emérito da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, ex-ministro da Fazenda, foi deputado federal por cinco mandatos, sendo um como constituinte. - UOL Economia - 1/7/2009)
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O resultado ao final do governo FHC todos conhecem: um déficit nas contas externas de US$ 180 bilhões que nos obrigou a fazer vultosos empréstimos no Fundo Monetário Internacional.

Idem, ibidem.
O impostor e seu "associados" se apropriaram, inclusive, da criação.
ITAMAR nem vem ao caso:
Esses 15 anos do Real têm que ser celebrados juntos pelo Lula e Fernando Henrique. Faz falta a presença do presidente Lula hoje aqui com Fernando Henrique. Vocês dois deveriam começar a conversar mais - ressaltou o líder petista. O presidente Lula está em Paris.
Sen ador eco nomista ALOÍSIO MERCADANTE
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Talvez, senador Mercadante, as suas palavras tenham sentido, mas não deveriam ser dirigidas a mim. Devem ser ditas a quem pode (ao Lula). E até agora não disse uma palavra de reconhecimento dos benefícios que o Real - e tudo que fizemos no meu governo - trouxeram para o país. Mas ele fez também a parte dele.
Ex-presidente, socio logo
FERNANDO CARDOSO
O Globo, 7/7/2009

Hoje, no Estadão, FHC foge do assunto, porque não consegue mais – quinze anos depois do lançamento do Real – apropriar-se do Plano, como se fosse dele e de mais ninguém.
www.paulohenriqueamorim.com.br - 5/7/2009

Em que pese por muitos ridicularizado, até por sua simplicidade, tomada como simploriedade, o tom do seu governo foi a eficácia conjugada com a ética, onde a corrupção teve reduzido espaço para se espraiar. Seu demérito, contudo, foi coroar aquele ministro para fazê-lo sucessor, supondo retornar em seguida, fato frustrado pelo golpe da reeleição da mediocridade, às custas de mensalão..
O Brasil vivia um dos momentos mais difíceis de sua história: recessão prolongada, inflação aguda e crônica, desemprego, etc. Em meio a todos esses problemas e o recém Impeachment de Fernando Collor de Mello, os brasileiros se encontravam em uma situação de descrença geral nas instituições e de baixa auto-estima. O novo presidente se concentrou em arrumar o cenário que encontrara. Itamar procurou realizar uma gestão transparente, algo tão almejado pela sociedade brasileira.
Infelizmente a experiência vivida a partir daí, do miraculoso 1995, atesta: o crime, que percorria trajetória "apenas" uniformemente acelerada, em ritmo aritmético, diante da incidência desenfreada da corrupção tomou velocidade geométrica.
Com aproximadamente 48 mil mortes por ano, o Brasil é um dos países que detém uma das maiores taxas de homicídios no mundo, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira pelo relator especial do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre Execuções Arbitrárias, Sumárias ou Extrajudiciais, Philip Alston.
Folha de São Paulo, 15/9/2008
Quando governador, ITAMAR afiançava que JOSÉ SERRA,
presidenciável do PSDB mentia ao dizer que criou os medicamentos genéricos, porque isso teria ocorrido durante seu mandato, através de um decreto. 'Ele deveria ter a decência de dizer que os genéricos surgiram no governo Itamar, não pelo Itamar, mas pelo grande ministro da Saúde que foi o Jamil Hadad'.
www.paulohenriqueamorim.com.br. - 2/7/2009
"Pois quem pariu o primeiro Matheus, que o embale."
O retorno de ITAMAR faz-se oportuno, e imperativo.
Itamar Franco inaugurou o presidencialismo congressual no país, dando início à consolidação da democracia brasileira. "Itamar foi o primeiro grande nome a honrar os compromissos da Constituição de 1988 e foi pai e mãe da democracia participativa. Sua capacidade de diálogo com o poder legislativo e com a própria população perimitiu a formação de um governo brilhante que deu o pontapé inicial de políticas públicas que foram se aperfeiçoamento ao longo dos anos, como é o caso dos programas sociais, da implantação do Plano Real e do decreto de criação dos genéricos.
www.aspasiacamargo.com.br
ITAMAR FRANCO bem conhece o ninho dos ratos, e até a solução:
Logo na cerimônia de filiação criticou duramente o presidente Lula, pelo que chamou de 'culto à personalidade, a certeza messiânica e a incontinência verbal'. Quanto ao PT, disse que 'corre perigo a democracia com um partido que quer a manutenção do poder a qualquer custo'.
http://politicaecidadania.atarde.com.br/?p=3168
"Chegou a hora de pensar em candidatos independentes para acabar com a ditaduta dos partidos" (ITAMAR FRANCO)
Contrário à política de privatizações, o governador ITAMAR FRANCO retomou judicialmente o controle acionário da estatal geradora de energia elétrica de Minas Gerais CEMIG, parcialmente vendida por seu antecessor, o então governador Eduardo Azeredo, que somente conseguiu fechar as contas estaduais em seus dois últimos anos de governo desfazendo-se de parte do patrimônio público mineiro, que foi privatizado, em um processo de reorganização das estatais mineiras que estaria na gênese do chamado "esquema Marcos Valério"[3], cuja "origem dos recursos" seriam "as empresas públicas de Minas Gerais"
Itamar se opôs a atividades típicas da política tradicional, como as vinculadas ao clientelismo político. Extinguiu as subvenções sociais distribuídas por deputados e não negociou emendas parlamentares, deixando de exercer a habitual dominação que o Executivo exerce sobre o Legislativo. Em décadas, foi o governador com maior número de projetos rejeitados na Assembléia mineira, retaliado pelo rompimento com o pacto clientelista

http://pt.wikipedia.org/wiki/Itamar_Franco
Ora S. Exa preside o Conselho de Administração do BDMG.
Microficha: presidiu o País de 1992 a 1994.
Engenheiro, foi prefeito de Juiz de Fora por dois mandatos e senador, também por dois mandatos. Foi também embaixador do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA) e na Itália. Diante do arranjo da reeleição, fato que o impediu a disputa pela presidência, concorreu e venceu para governador de Minas Gerais, de 1999 a 2002.
Acompanham-lhe na filiação os ex-ministros Henrique Hargreaves (Casa Civil) e Djalma Morais (Comunicações); atual presidente da Cemig, além do ex-deputado Marcelo Siqueira e da ex-secretária estadual de Justiça de Minas Gerais Ângela Pace.
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Uma audiência multipartidária com a participação de autoridades, políticos e populares lotou, nesta segunda-feira (6/7/09), o Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, para o ato de filiação do ex-presidente da República, Itamar Franco, ao Partido Popular Socialista (PPS). Saudado pelo governador Aécio Neves, pelo presidente da ALMG, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), e pelo presidente nacional do partido, deputado Roberto Freire, entre outros, como o retorno da decência e da ética à política nacional, Itamar volta à cena política depois de longo período sem partido. A filiação foi prestigiada por dezenas de deputados estaduais e federais, secretários de Estado, pelo vice-governador Antônio Anastasia, prefeitos, vereadores e diversos ex-políticos mineiros. O ex-presidente foi saudado pela Banda do Bororó, que tocou Oh Minas Gerais em sua chegada à Assembleia, e por um grupo de percussão de crianças e adolescentes da Vila Dias, do bairro Santa Tereza. O ex-presidente recebeu ainda uma carta de boas-vindas da ala jovem do PPS.
Assembléia de Minas - www.almg.gov.br/not/bancodenoticias/Not_746267.asp

O Diretório Nacional do PPS, reunido neste fim de semana em Fortaleza (CE), elegeu Itamar Franco o novo vice-presidente da legenda. Filiado ao partido desde o início de julho, o ex-presidente da República ocupará o segundo cargo mais importante do partido, enquanto Roberto Freire continua na presidência do PPS, em mandato válido para o biênio 2009-2011. A secretaria-geral será comandada por Rubens Bueno, reeleito para o cargo.

Folha, 25/10/2009

* Ora há cositas mais valiosas na promoção:

SÃO PAULO - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso elogiou nesta sexta-feira a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de permitir um aumento de participação do capital estrangeiro no Banco do Brasil (BB). O limite subiu de 12,5% para 20%: 'Acho que está bem, aliás foi ele que aumentou (anunciou) vender lá fora, então por que está reclamando da Petrobras? Na Petrobras o que nós fizemos foi o que ele está fazendo no Banco do Brasil agora, dar maior dinamismo, transformar em uma grande empresa. Foi o que eu fiz com a Petrobras.' (O Globo, 18/9/2009)

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